Carlos Vicens: "Queremos voltar a apresentar a nossa melhor versão"
O SC Braga defronta amanhã, no domingo, o Estoril Praia, em jogo a contar para a 32ª jornada da Liga Portugal, marcado para as 18h00. Carlos Vicens, treinador dos Gverreiros, analisou o adversário e avaliou o calendário e as lesões recentes no Clube.
Adversário: "Sabemos que jogamos contra uma equipa que é ofensiva, que ataca bem, com qualidade individual, que cria ocasiões de golo e dificuldades. Vem de uma série menos boa, mas isso acontece em todas as equipas. Essa ideia de equipa móvel e dinâmica não muda e a sua intenção é vencer, por isso é que temos de mostrar uma versão muito boa. Sofremos uma derrota quando os visitámos, não estivemos no nosso melhor dia, custou-nos, e amanhã vamos jogar em circunstâncias diferentes para tentar competir o melhor possível".
Rotação da equipa: "Sabemos das dificuldades, porque não é a primeira vez que acontece jogarmos assim, e vamos tentar perceber como estão os jogadores, como estão a recuperar mentalmente. Vamos fazer isso com o nosso processo de trabalho, tomar as decisões com a máxima informação e, analisando o adversário, passar essa informação aos jogadores. E também ajudar a equipa a mudar de chip, de uma competição para a outra, porque aqui são apenas 90 minutos".
Retorno de lesionados: "Vamos ver a evolução de forma diária, mas nenhum deles integrou o treino de equipa".
Entusiasmo: "Tal como disse o Ricardo [Horta] antes do jogo com o SC Freiburg, sabemos que é um momento histórico para o clube, mas o nosso processo centra-se em tomar decisões que tenham a ver como treinamos, com a informação sobre o rival, qual será o nosso onze e as substituições. Como profissional, tens de centra-te em tomar decisões e para isso tens de ter a mente o mais fria possível. Não diria que é outro desporto, mas é muito diferente ser treinador de uma equipa que só compete semana a semana e de outra que tem 58, 59 ou 60 jogos por ano, tens de modificar como trabalhas. Em fevereiro, pudemos dar dois dias livres aos jogadores, é muito diferente de quando jogas a cada três dias, porque não há tempo para a mente pensar noutras coisas. Sabemos do momento importante, mas o foco está no trabalho diário".